Finalidade identificada
O uso da informação acontece em um contexto e com uma finalidade que participa das decisões de autorização.
Conheça os mecanismos apresentados pelo SINS para relacionar o acesso ao papel profissional, ao contexto da unidade e à finalidade informada.
CUIDADO TAMBÉM É RESPONSABILIDADE
Saber quem acessou, em qual contexto e com qual finalidade faz parte da experiência.
Permissões consideram o papel do profissional e o contexto da unidade.
Evoluções finalizadas e retificações mantêm suas versões anteriores.
Consultas, alterações e decisões de autorização compõem a trilha de auditoria.
Exemplos de separação de responsabilidades
no demonstrador.
| Perfil | Contexto de atuação | Limite apresentado |
|---|---|---|
| Recepção | Identificação e operação de entrada | Consulta os dados cadastrais necessários; não recebe o conteúdo clínico do prontuário. |
| Profissional assistencial | Atendimento e registros do paciente | Ações dependem de permissão, vínculo e contexto da unidade. |
| Administração técnica | Estrutura e configuração | Atribuições técnicas não concedem acesso clínico automático. |
| Paciente | Seu próprio portal | O acesso fica restrito às informações vinculadas ao próprio paciente. |
O uso da informação acontece em um contexto e com uma finalidade que participa das decisões de autorização.
O fluxo de retificação preserva as versões anteriores de registros finalizados para permitir compreender o que mudou.
O demonstrador permite conhecer um fluxo de acesso emergencial com justificativa, duração e registro de auditoria.
As personas e os registros são sintéticos. O demonstrador não é destinado ao atendimento real; uma implantação assistencial exige validação operacional e dos requisitos aplicáveis de segurança, privacidade e conformidade.
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